Bento Gonçalves vai transformar lixo orgânico em energia

A gestão estima uma economia de R$ 250 mil por mês em transporte e destinação do lixo.

Bento Gonçalves produz, em média, 110 toneladas de lixo por dia. Uma grande problema em tratamento de resíduo, que pode ser solucionado, ou talvez amenizado, com a construção de usina energética de resíduos sólidos.

É esta a proposta do município do estado do Rio Grande do Sul para os materiais orgânicos que, hoje, são transportados por caminhões até o aterro sanitário de Minas do Leão, localizado a cerca de 180 quilômetros da cidade.

A gestão estima uma economia de R$ 250 mil por mês em transporte e destinação do lixo. Além disso, “a usina criará novas oportunidades de trabalho e aumentará a receita municipal com a comercialização da energia gerada através da transformação dos resíduos em gás, combustível ou outras substâncias industrializadas”, afirma a prefeitura.

A usina de tratamento e eliminação dos Resíduos Sólidos Urbanos será implementado no formato de Parceria Público-Privada. O edital para a escolha do projeto foi vencido por uma empresa de Minas Gerais e o próximo passo é escolher a empresa responsável pela construção da usina. Bento Gonçalves vai ceder o terreno e os empresários vão construir e administrar o local pelo prazo de até 35 anos.

O sistema deverá fazer a separação do lixo com sensores que identificarão o que é plástico, papel, metal, vidro e lixo orgânico. A promessa da prefeitura é de que todo o lixo orgânico produzido pela população será destinado para a usina até o primeiro semestre de 2019.

Foto: Prefeitura de Bento Gonçalves/Divulgação

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